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Mostrando postagens de março, 2024
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 Knock at the cabin, 2023. M. Night Shyamalan. "Com relação ao que objetas em segundo lugar, pela predicação da espécie pelo gênero, digo que aí não se predica a parte do todo, pois quando digo homem é corpo digo que corpo pode ser tomado como parte do homem dizendo, nesse sentido, um certo composto incompleto de matéria e de uma forma derivada de certo modo da potência da matéria, pois possuidora com relação à forma completiva da função de matéria, e, nesse sentido, <corpo> não é predicado de homem. De outro modo pode-se tomar <corpo> na medida em que significa um composto no qual se encontra a forma da corporeidade e que, de modo indeterminado, significa toda a quididade de qualquer espécie na qual se encontre a forma da corporeidade. E digo que corpo possui aqui o sentido de gênero e que, desse modo, significa aquilo mesmo que homem significa e aquilo mesmo que qualquer espécie corporal significa. Mas de modo distinto aqui e ali, pois o que corpo significa de modo i...
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Apenas umas notas, otarios #2 "o alto e o baixo, o nobre e o vil, não são valores, mas, representam o elemento diferencial do qual deriva o valor dos próprios valores” - Deleuze. Não temos mensagem aqui que acalente o coração, mas exercício de gênero, um oportunismo que não vai pelas vias tecnocratas dos filmes feitos para festivais, para discutir a moda. A câmara obscura que inverte a imagem e faz de auxilio para os pintores a sua reprodução, um sentido industrial, pró-capitalista, projeção dos patriarcas. A ferramenta só serve para mediar o discurso, sendo assim a arte um meio para exortar a critica. O intelecto sabe de que ela, a arte, não serve para bulhufas, mas assim como a câmara obscura, o gênero, toda mesa de trabalho, uma mediunidade para o espirito critico. Quebra-se a quarta parede para que? E se todas as megeras assumissem o fascismo para além dessas quatro paredes, para lá das matizes de cinza, das imagens invertidas, retirando um pouco o peso do fardo sobre a técnic...
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Evangelion: 3.0 You Can (Not) Redo, 2012. Hideaki Anno. "Desta forma, é assim o juízo teleológico, relacionado com o princípio de finalidade e possuindo um carácter reflexivo e regulativo, que permitirá ao ser humano chegar ao já referido para quê da natureza. Referindo o autor, na “Doutrina da faculdade de juízo teleológico”, que a teleologia não pertence à ciência da natureza nem à teologia, não pertencendo, por isso, a qualquer doutrina [Doktrin], mas apenas à crítica e à faculdade do juízo, realça, não obstante, ser na teologia que possa ser feito o uso mais importante da teleologia" - Silva "[...] o mundo, concebido como soma de forças, seria uma interpretação perspectiva do mundo, ao lado de inúmeras outras, [...] sob esse critério fica colocada a 'infinita interpretabilidade (Ausdeutbarkeit) do mundo'. Nele deve fazer prova de si 'toda interpretação (Ausdeutung) como um sintoma de crescimento ou de declínio.'" - Muller-Lauter A síntese ...

Apenas umas notas, otarios. #1

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"Na tragédia, o conflito esta dentro do homem; no melodrama, ele se da entre os homens, ou entre os homens e as coisas. A tragédia tem a ver com a natureza do homem; o melodrama com seus hábitos ( e suas coisas). Um habito normalmente reflete uma parte da natureza, e aquela parte funciona como se fosse o todo. No melodrama, aceitamos a parte pelo todo, esta é a convenção da forma." - Heilman. "a linguagem só é concebível como uma rede, uma teia sobre o conjunto das coisas, sobre a totalidade do real. Ela inscreve no plano do real esse outro plano a que chamamos aqui o plano simbólico" - Lacan. Demorei a ver esse "2010", mas também acredito que veio na (h)ora certa. Assumir e afirmar o brega enquanto imbuído em sombras, ou como tentar ir além de um marco histórico. Na realidade anti-intelectual, promovida por Niet e sua companhia das artes, lacradas pelos que são agora proprietários da negatividade, como os po(i)s modernos irão trata-la, uma nova indústria ...
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Kabhi Khushi Kabhie Gham, 2001. Karan Johar. “A intuição de um filme, fotogenia embriônica, já pulsa na operação conhecida como decupagem. Segmentação. Criação. Dividir uma coisa para transformá-la em algo diferente. O que não existia antes, agora existe.” - Bunuel. "Destinada a entreter, a novela descura do presente vivo em prol de presentificar o passado, capaz de sugerir devaneio, ou evasão da vida diária. [...] O passado, que se diria conhecido, fornece as novidades; e o presente, morada do imprevisto, é posto de parte. É que o presente real guarda surpresas quando apreendido em câmara lenta, como no romance. [...] A rapidez da ação na novela, pressupõe o conhecimento preliminar das surpresas armazenadas, e por isso, enterradas na memória e na História, mas a fingir que irrompem espontâneas no fio da narrativa." - Moisés. Amontoado e sucateamento das ferramentas que destituem a sua própria força que vem de encontro para teorizar a linguagem e tirá-la de sua indústria, con...