Apenas umas notas, otarios #2
"o alto e o baixo, o nobre e o vil, não são valores, mas, representam o elemento diferencial do qual deriva o valor dos próprios valores” - Deleuze.
Não temos mensagem aqui que acalente o coração, mas exercício de gênero, um oportunismo que não vai pelas vias tecnocratas dos filmes feitos para festivais, para discutir a moda. A câmara obscura que inverte a imagem e faz de auxilio para os pintores a sua reprodução, um sentido industrial, pró-capitalista, projeção dos patriarcas. A ferramenta só serve para mediar o discurso, sendo assim a arte um meio para exortar a critica. O intelecto sabe de que ela, a arte, não serve para bulhufas, mas assim como a câmara obscura, o gênero, toda mesa de trabalho, uma mediunidade para o espirito critico. Quebra-se a quarta parede para que? E se todas as megeras assumissem o fascismo para além dessas quatro paredes, para lá das matizes de cinza, das imagens invertidas, retirando um pouco o peso do fardo sobre a técnica? É um vislumbre do que seria a própria finalização da saga de Craven & Williamson, dez anos antes; genial esse final stab; o lado B do B, a reprodução que acarreta a diferença, dum liberalismo que nunca foi neo, porem sempre seu próprio radical. Afinal a soberania d'o-um Estado nunca será ressentida! A principal falácia sofista falo-centro-esquerda. É bom começar a separar realismo de materialismo.
Referencias.
Cristianismo e corrupção paulina segundo a interpretação de Friederich Nietzche - Rodrigo da Silva.
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