A contradição nietzschiana.
Richard Lester
É estranho assistir esse tipo de filme hoje em dia, as relações propostas aqui são inconcebíveis no cinema de agora. E Richard Lester deixa isso ainda mais evidente ao centrar o filme no casal, construindo mais um melodrama do que uma aventura em si mesma como o primeiro filme reforça com suas estripulias. Interesse mais nas questões humanas do superhomem, do que suas alienígenas, e os vilões vem para deixar isso ainda mais em contraste. As cenas de ação serão assim resolvidas de forma rápida, sem uma construção maior de tensão, mas mais uma vez servindo a resolução do drama principal, da humanização do superhomem.
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