Madonne Ashwin.
"Nenhuma compreensão concreta poderia ser esperada [sobre saltos quânticos] pois, naquela época, nenhum dos lados era capaz de oferecer uma interpretação completa e coerente da Mecânica Quântica. Por tudo isso, nós em Copenhagen estávamos convencidos, ao fim da visita de Schrödinger, que estávamos no caminho correto, ainda que nós compreendêssemos completamente como seria difícil convencer mesmo físicos de frente que eles deveriam abandonar todas as tentativas de construir modelos perceptuais de processos atômicos." - Heisenberg.
"Daí a necessidade de constituir séries homogêneas desses signos do poder: sejam as insígnias que distinguem o soberano dos outros homens (coroas, cetros, vestes, selos, etc.), os monumentos que, ao identificarem o rei, identificam também o Estado, até mesmo a nação (as moedas, as armas, as cores), ou os programas que têm por objetivo representar simbolicamente o poder do Estado, como os emblemas, as medalhas, os programas arquitetônicos, os grandes ciclos de pintura." - Chartier.
A dicotomia é a serviço da afirmação, as premissas em primeira figura ao mesmo tempo que axiomáticas de um silogismo, o julgar do sujeito é artificial. A forma retirada de Platão ainda surtindo efeitos adversos na matéria. Adversos em seu duplo sentido tanto de diferença quanto de contrário, e contraio também como contraditório. Entramos assim no campo da positividade, a contradição vem para formar esse jogo descerebrado da intuição e da lógica natural do movimento, do devir contido pele natureza, e da natureza sem nem um mínimo de humanidade. Lugar onde a política intervem diretamente como contradição, antítese, mas antes da antítese seu próprio prefixo. è de comum essa questão trinaria na dialética, mesmo que entre outras seja diferente em sua composição como a hegeliana, cética progressista, a antítese possui sua genealogia, como o próprio idealismo alemão nos ensinará. Então se difere da própria tese com o intuito primeiro de traçar uma vertigem para se corroborar com o movimento natural dito antes, da essência, que é tanto pré-colonial, quanto colonial pois se adentra no plano da psyche, da alma e sua espectralidade projetiva, mas também nunca como pura sensação e memoria, nunca Outro. è sempre o sujeito como descarga dessas matizes que envolve os movimentos corriqueiros, talvez por isso a opção linguística aqui da repetição. Muito se fala do cinema sul coreano do Soo, mas tenho encontrado no indiano no todo muito mais essa questão seminal em Deleuze como válvula e escape do capitalismo, da produção de qualquer prefixo anti conforme a priori de estar num processo de refração, de uma premissa silogística imperfeita. A inocência do nosso herói nos adverte disso, de querer integrar a suposta tese com sua suposta antítese que nunca é o outro mas esse projeto de uma famigerada masculinidade, de um espaço que não admitido a mulher, mesmo a que possui a ferramenta de drama e tem capacidade de organizar cenas. Remetendo-nos diretamente a mãe índia reacionária e controladora do místico, não existe espirito, o escapulir deleuziano, mas o ceticismo de se apertar gatilhos apenas metaforicamente, da revolução contida pela reforma. Da inteligência que contorna esse embate, do retorno da natureza ao ponto em que ela supostamente nos engana ao produzir alguma sorte, alguma diferença, para aí assim, no misero espaço de tempo se construir uma afluência e não meramente novas produções de conceitos. Construir estradas que moverão e conectarão novos espaços de tempo, de romantização e idealização em espiral. Da ciência como uma religião que detêm esse lugar não visto aos sentidos, mas as noções logicas e premeditadas por pares em defasagem múltipla, de matéria e memoria, e nunca mas somente uma ou outra, nessa equação que reparte a realidade sujeitadamente. Não é que existe uma causa e uma consequência, mas um determinismo em alguma curva ainda não dada por essa estrada que vai sendo pavimentada. De planos detalhes que também possuem camadas. O caos se demonstra inseparável do citadino, onde só poderá ser contido na arte de forma positiva, para que na realidade possa ser desmentido em confluências dadas pelas próprias obras em profusões antitéticas que são construídas. Não que posa um filme desses ser afluente, mas que se esvai pelos poros nessa osmose caótica, retirando suas influência e referências do caminho, apesar da placa e do ato civilizatório ser concluído, sem potência e teticamente bélico, ao passo que nunca em revolta, todasvias em revoluções.
Referencias
A questão dos modelos no ensino de Mecânica Quântica: a equação de Schrödinger para partículas de spin semi-inteiro. - Olavo Filho, et al.
A politica de Alexandre, O Grande, e suas representações monetárias. - Claudio Carlan, et al.
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