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Mostrando postagens de junho, 2025

Sinais de Deus.

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Sudden Impact Clint Eastwood Sexta-feira 13 eletrizante com esta cantoria iraniana que postei mais cedo conectando com esse Eastwood bastante hitchcockiano, de pura ação estruturalmente suspendida, horrificada, culminando num melodrama mais que feminista que só ele mesmo poderia ter feito.  Sedento pra sair desse deserto e encontrar uns irmãos, e sonhando com um brasil mais espirituoso, com lideres de verdade. vejo nos estudos de cinema e estética um bom caminho a isso, para se entender de liderança e espirito. Esperando pacientemente como um beduíno elas desistirem do lugar de fala, enquanto meu saturno em capricórnio na casa 4 estalando ao estudar essa lua demiúrgica do Clint.  A tentar elaborar algo mais profundo sobre esse... Cinema2: imagem-tempo, Deleuze.

Hiper-realismo.

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"La souriante madame beudet", "As filhas do fogo", Germanie Dulac e Pedro Costa. "O mundo exterior palpável perdeu o seu peso, libertando-se de espaço, tempo e causalidade, e se revestindo das formas de nossa consciência"  - Munsterberg O cinema como o progressismo em si, e isso digo como projeção de imagens, e Mentalismo subjetivos. Imagens que são sinteticamente dialéticas, feitas para o avanço, no caso aqui narrativo, e voltado ao tema social, e progresso esse, com seu sentido mais humano, e não como conservação liberal das forças estabelecidas. Em Dulac essas projeções são evidentes através dos olhares da personagem principal sobre seu marido algoz. O cinema como subjetividade em si, a dialética como essa ponta de lança do avanço progressista-projetista. Enquanto Pedro Costa já põem em tela essa tríade, que na primeira sequência se faz mútua e convalescente, para na segunda parte, na catarse, ser libertada numa espécie de fuga documental da forma. Esse...